Coluna do Arisi

“Viver é negócio muito perigoso”, observou João Guimarães Rosa. “A solidão é a mãe da sabedoria”, segundo Lawrence Stern. “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”, escreveu Oscar Wilde. “Qual a tarefa mais difícil do mundo ? Pensar”, dizia Ralph Waldo Emerson. Escritores importantes deixaram frases significativas de como viam o mundo e a vida, em seus livros. Leon Tolstoi abre seu clássico “Anna Karenina” com a frase: “Todas as famílias felizes se parecem. As infelizes, são infelizes cada uma à sua maneira.” “Devemos julgar as pessoas mais por suas perguntas do que por suas respostas”, dizia Voltaire. “Quando uma pessoa sofre de delírios, se chama loucura. Quando muitas pessoas sofrem um delírio, isso se chama religião”, definiu Robert M. Pirsig. Jorge Luís Borges não simpatizava com o regime democrata: “A democracia é um erro estatístico, porque na democracia decide a maioria e a maioria é formada por imbecis”. “A Internet deu voz aos idiotas” fulminou Umberto Eco, ecoando a opinião geral das pessoas sensatas. William Shakespeare, escreveu: “A vida é uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria, sem sentido algum”. “O Som e A Fúria” é o título da obra prima de William Faulkner, que disse: “O sexo e a morte: a porta da frente e a porta de trás do mundo” e “Um escritor é alguém congenitamente incapaz de dizer a verdade”. “Numa época de mentiras universais, dizer a verdade se torna ato revolucionário”. concluiu George Orwell. “O Inferno são os os Outros” escreveu Jean Paul Sartre. “Uma palavra nos livra de todo o peso e dor da vida: essa palavra é Amor” – Sófocles, em 450 a.C.   

paulo.arisi@gmail.com


Deixe um comentário