De Bento a Sacramento
Nesses últimos anos, a imprensa tem apresentado o Putin com mestre estrategista, qualidade supostamente desenvolvida nos seus tempos de espião da KGB. Mas vale a pena lembrar que o auge da sua carreira “espionística” foi ter sido enviado a Dresden, cidade de limitada importância na Alemanha, e encerrou sua carreira numa Universidade em São Petersburgo, de olho nos estudantes revolucionários e professores partidários. Uma carreira bem medíocre.
Mas o Putin tem duas habilidades importantes. Sabe como fazer a cleptocracia funcionar. Entrou para os círculos de poder como protetor dos corruptos que já estavam lá, inicialmente trabalhando com o prefeito de São Petersburgo e depois com o Presidente Boris Yeltsin. Agora é o coordenador e líder de todo o esquema corrupto.
E sua segunda habilidade é não hesitar na hora de mandar matar inimigos políticos, oligarcas que o criticam, protestantes, dissidentes, jornalistas, povos de outros países como os Sírios e Ucranianos, e o próprio povo Russo, antes os Chechenos e agora os soldados das regiões mais pobres do leste do país. A vida humana tem muito pouco valor para ele.
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